{"id":50,"date":"2016-12-13T17:30:00","date_gmt":"2016-12-13T19:30:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ppt.fiocruz.br\/fioleish\/?p=50"},"modified":"2016-12-13T17:30:00","modified_gmt":"2016-12-13T19:30:00","slug":"teste-de-noticia-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ppt.fiocruz.br\/fioleish\/teste-de-noticia-3\/","title":{"rendered":"1\u00ba Encontro do Programa de Pesquisa Translacional em Leishmaniose \u2013 Fio-Leish &#8211; 07\/12\/2016"},"content":{"rendered":"\n<p id=\"yui_3_17_2_2_1621961714020_118\">Por Flavia Rianelli (VPPCB)<\/p>\n\n\n\n<p id=\"yui_3_17_2_2_1621961714020_115\">A Vice-Presid\u00eancia de Pesquisa e Laborat\u00f3rios de Refer\u00eancia &#8211; VPPLR\/Fiocruz promoveu, no dia 7 de dezembro, na Escola Nacional de Sa\u00fade P\u00fablica S\u00e9rgio Arouca (Ensp), o encontro entre os pesquisadores da \u00e1rea de leishmaniose.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"yui_3_17_2_2_1621961714020_117\">O evento aberto ao p\u00fablico teve como objetivo proporcionar a integra\u00e7\u00e3o entre os diversos grupos de pesquisa da Fiocruz que atuam com a tem\u00e1tica, possibilitando os grupos se conhecerem e mapearem poss\u00edveis intera\u00e7\u00f5es\/colabora\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"yui_3_17_2_2_1621961714020_120\">A Fio-Leish \u00e9 uma das onze redes de pesquisa translacionais da VPPLR\/Fiocruz, que tem a meta promover a articula\u00e7\u00e3o de grupos de pesquisa nas \u00e1reas refer\u00eancia, pesquisa cl\u00ednica, desenvolvimento de insumos e iniciativas de controle em torno de um determinado problema de sa\u00fade p\u00fablica no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"yui_3_17_2_2_1621961714020_122\">A abertura da reuni\u00e3o contou com a presen\u00e7a do Assessor da Vice-Presid\u00eancia de Pesquisa e Laborat\u00f3rios de Refer\u00eancia (VPLLR) e coordenador dos Programas de Pesquisa Translacionais, Wim Degrave que apresentou os Programas de Pesquisa Translacionais, ressaltando a import\u00e2ncia para a \u00e1rea de leishmaniose do mapeamento da capacidade institucional, atrav\u00e9s da verifica\u00e7\u00e3o da necessidade de infraestrutura, insumos, servi\u00e7os e solu\u00e7\u00f5es para esses agravos. \u201c\u00c9 importante saber quem \u00e9 quem, tanto na parte de an\u00e1lise de rede, tanto na parte de produ\u00e7\u00e3o, tanto na parte de tecnologia de processos e produtos, e quais as diferentes tecnologias envolvidas e as pol\u00edticas p\u00fablicas que precisaremos para ter o controle da leishmaniose no Brasil\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"yui_3_17_2_2_1621961714020_124\">Al\u00e9m disto, destacou o lan\u00e7amento de mais um edital de ades\u00e3o de grupos de pesquisa registrados no CNPq ao Programa, a fim de conseguir, at\u00e9 o final do ano, a capta\u00e7\u00e3o do restante dos grupos com atividades ou interesses na Fio-Leish, concluindo o mapa institucional da rede.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"yui_3_17_2_2_1621961714020_126\">Em seguida, abriu-se espa\u00e7o para que os pesquisadores da Fiocruz, ligados \u00e0 \u00e1rea da Leishmaniose, pudessem sugerir e comentar suas atividades nos diversos grupos de pesquisa da Institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"yui_3_17_2_2_1621961714020_128\">O encontro contou com a forma\u00e7\u00e3o de mesas tem\u00e1ticas como: Biologia, Reservat\u00f3rios e Vetores &#8211; Constan\u00e7a Britto (IOC\/Fiocruz), Sinval Pinto (CPqAM\/Fiocruz), Tereza Cristina dos Santos (IOC\/Fiocruz), Daniella Pereira (IOC\/Fiocruz); Diagn\u00f3stico e Tratamento &#8211; Helv\u00e9cio Rocha (Farmanguinhos\/Fiocruz), Carlos Roberto Alves (IOC\/Fiocruz) e Aline Fagundes (INI\/Fiocruz) e Imunopatologia e Vacina &#8211; F\u00e1tima Silva (IOC\/Fiocruz, Salvatore de Simone (IOC\/Fiocruz), Paula De Lucca (IOC\/Fiocruz) e Alda da Cruz (IOC\/Fiocruz).<\/p>\n\n\n\n<p>As discuss\u00f5es das mesas foram extremamente importantes para a intera\u00e7\u00e3o entre os diversos grupos de pesquisa, conduzindo para a consolida\u00e7\u00e3o e integra\u00e7\u00e3o da Rede Fio-Leish.<\/p>\n\n\n\n<p>Abaixo, as discuss\u00f5es das mesas realizadas no&nbsp;1\u00ba&nbsp;&nbsp;Encontro do Programa de Pesquisa Translacional em Leishmaniose \u2013 Fio-Leish.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"yui_3_17_2_2_1621961714020_131\"><strong>Mesa 1: \u201cBiologia, reservat\u00f3rios e vetores\u201d.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"yui_3_17_2_2_1621961714020_133\">Tereza Santos da plataforma de apoio de pesquisa e inova\u00e7\u00e3o &#8211; PAPI do IOC\/Fiocruz abriu a mesa falando sobre a proposta do IOC no programa translacional (detectar produtos, meios de diagn\u00f3stico e ensaios sobre leishmaniose) e se colocando \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para ajudar o grupo da Fio-Leish na busca de novas informa\u00e7\u00f5es, com o trabalho que o IOC realizou em 2012. Prop\u00f4s junto ao grupo, atualizar este trabalho, atrav\u00e9s da interpreta\u00e7\u00e3o de novas tend\u00eancias para leishmaniose. Disse ainda que, al\u00e9m deste trabalho, \u00e9 feita a identifica\u00e7\u00e3o dos grupos que se comunicam no IOC, atrav\u00e9s dos artigos e teses, propondo essa metodologia de trabalho para os grupos que assim desejarem.<\/p>\n\n\n\n<p>Sinval Pinto do CPqAM\/ Fiocruz afirmou que, o grupo do qual faz parte na refer\u00eancia em leishmaniose tem trabalhado com vetores e reservat\u00f3rios, mas acredita que muito ainda precisa ser feito para entender a intera\u00e7\u00e3o entre o reservat\u00f3rio de leishmaniose e os vetores, assim como a din\u00e2mica populacional das esp\u00e9cies de mam\u00edferos que atuam como reservat\u00f3rios. Disse ainda que \u00e9 preciso caracterizar melhor a compet\u00eancia vetorial, para que a interven\u00e7\u00e3o fique bem planejada.<\/p>\n\n\n\n<p>Daniela Pereira do IOC\/Fiocruz destacou a quest\u00e3o do vetor dentro da problem\u00e1tica da doen\u00e7a de leishmaniose. \u201cO vetor tem um papel muito central nos ciclos de transmiss\u00e3o. Tem muitas vertentes que precisam ser estudadas\u201d. Finalizou concluindo \u201ccada vez est\u00e1 mais dif\u00edcil fazer os ensaios de compet\u00eancia vetorial, por acabarem trabalhando com estudos multifocais\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Aline Fagundes \u2013 INI\/Fiocruz afirmou que a pesquisa b\u00e1sica, a bioinform\u00e1tica e a pesquisa in vitro ir\u00e3o ajudar na quest\u00e3o do vetor. Disse ainda: \u201csobre reservat\u00f3rio, a primeira coisa para tentar investigar, e a Fiocruz tem expertise nisso, seria a terapia para os animais que est\u00e3o efetivamente doentes, fazendo o ensaio clinico controlado multic\u00eantrico utilizando, o milteforan nos c\u00e3es para ver o que acontece com efeito dessa droga que est\u00e1 chegando\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"yui_3_17_2_2_1621961714020_135\">Elisa Cupolillo do IOC\/ Fiocruz acredita que a Rede Fio-Leish deva pensar em boas propostas que preencham lacunas, gerando informa\u00e7\u00f5es relevantes para a sociedade. Disse ainda que uma das lacunas da leishmaniose na Fiocruz \u00e9 a quest\u00e3o do tratamento. Tamb\u00e9m acha muito importante a indica\u00e7\u00e3o correta de pessoas em cada projeto funcionando como animadores, acreditando assim no \u00eaxito do projeto.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"yui_3_17_2_2_1621961714020_136\">Neste primeiro momento, ficaram acordados os animadores para essa \u00e1rea espec\u00edfica: Sinval Pinto e Daniela Pereira.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"yui_3_17_2_2_1621961714020_138\"><strong>Mesa 2: \u201cDiagn\u00f3stico e Tratamento\u201d.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"yui_3_17_2_2_1621961714020_140\">Aline Fagundes do INI\/Fiocruz abriu a mesa informando que o grande problema do diagnostico da leishmaniose tegumentar \u00e9 a depend\u00eancia da biopsia, por ser esta \u00faltima, um processo invasivo vinculado ao m\u00e9dico para sua realiza\u00e7\u00e3o. Afirmou ainda que \u201ca leishmaniose visceral \u00e9 mais f\u00e1cil porque produz anticorpo. No caso da tegumentar, a gente tem pouco e s\u00f3 agora est\u00e3o levantando os olhos para tentar um teste imunol\u00f3gico de uma amostra n\u00e3o invasiva para o diagn\u00f3stico\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre o ensaio cl\u00ednico, informou que o que se tem hoje s\u00e3o os ensaios que envolvem diferentes doses e esquemas terap\u00eauticos. E o que se conseguiu de fato foi melhoria da aplica\u00e7\u00e3o da droga j\u00e1 existente, favorecendo a seguran\u00e7a do paciente. \u201cEnsaio cl\u00ednico n\u00e3o \u00e9 um processo r\u00e1pido, ele \u00e9 muito demorado, porque trabalha em base populacional e tem uma escala de avalia\u00e7\u00e3o diferente, al\u00e9m de depender, tamb\u00e9m, de demanda do paciente\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Em seguida, Carlos Roberto do IOC\/ Fiocruz exp\u00f4s que o laborat\u00f3rio do Instituto tem hoje tanto a parte do diagn\u00f3stico, quanto do tratamento, sendo bem voltado para o rastreamento de v\u00e1rias possibilidades de fatores de virul\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Helv\u00e9cio Rocha de Farmanguinhos\/ Fiocruz e Coordenador do Programa de Pesquisa Translacional Fio-Nano informou n\u00e3o ser exatamente da \u00e1rea de leishmaniose, mas que est\u00e1 inserido na pesquisa voltada para parte de desenvolvimento ecol\u00f3gico de formula\u00e7\u00e3o. Informou que pela Fio-Nano identifica v\u00e1rias potencialidades de uso da nanotecnologia com desenvolvimento de carregadores para alguns f\u00e1rmacos e tentativas de vetoriza\u00e7\u00e3o. \u201cH\u00e1 uma potencialidade grande da nanotecnologia para v\u00e1rias doen\u00e7as, sendo a leishmaniose uma delas\u201d. Disse ainda estar estruturando uma plataforma de nanotecnologia farmac\u00eautica com equipamentos, propondo para quem tiver interesse na parte de desenvolvimento tecnol\u00f3gico, a participa\u00e7\u00e3o. \u201cN\u00e3o somos um grupo especializado em leishmania, mas a gente tem condi\u00e7\u00f5es de atuar no desenvolvimento tecnol\u00f3gico de algumas formula\u00e7\u00f5es, lembrando que Farmaguinhos depois tem toda condi\u00e7\u00e3o de escalonamento na industrializa\u00e7\u00e3o do produto e eventual disponibiliza\u00e7\u00e3o para o Minist\u00e9rio\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Aline Fagundes acredita ser o momento de se levantar o portf\u00f3lio dos produtos dispon\u00edveis na Fiocruz, verificando em que fase se encontra os produtos, no sentido de produ\u00e7\u00e3o e sua aplicabilidade. Posteriormente, seria repassado para o Helv\u00e9cio essas informa\u00e7\u00f5es, afim de que o mesmo possa definir o melhor enquadramento dos produtos analisando a viabilidade e a factibilidade. Falou tamb\u00e9m sobre a preocupa\u00e7\u00e3o de tratar as doen\u00e7as como uma s\u00f3. &nbsp;\u201cA leishmaniose tegumentar e a visceral s\u00e3o muito diferentes. Teremos que trabalhar de forma singular o tratamento das duas doen\u00e7as\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Prop\u00f4s ainda uma disciplina de inova\u00e7\u00e3o ou um semin\u00e1rio de inova\u00e7\u00e3o dentro dos cursos de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o para se discutir justamente como fazer essa ponte. Afirmou n\u00e3o ter dentro da Fiocruz nenhum curso e nada diretamente voltado para isso.<\/p>\n\n\n\n<p>Helv\u00e9cio ressaltou a necessidade do grupo ser mais propositivo e ofertar para o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade produtos que realmente tenham viabilidade. Falou tamb\u00e9m, que em rela\u00e7\u00e3o aos projetos, existe uma pulveriza\u00e7\u00e3o muito grande dos recursos. \u201cA gente v\u00ea v\u00e1rios projetos sendo minimamente financiados. Talvez a Fiocruz devesse estabelecer algum tipo de prioriza\u00e7\u00e3o do projeto para que eles realmente recebam um financiamento que d\u00ea para fazer desenvolvimento ecol\u00f3gico\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste primeiro momento, ficaram acordados os animadores para essa \u00e1rea espec\u00edfica: Helv\u00e9cio Rocha, Carlos Roberto Alves e Aline Fagundes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mesa 3:&nbsp;\u201cImunopatologia e Vacina\u201d.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>F\u00e1tima Silva \u2013 IOC\/Fiocruz abriu a mesa lamentando a falta de v\u00e1rios grupos da Fiocruz que trabalham na \u00e1rea. \u201cN\u00f3s todos do IOC trabalhamos em vertentes que as vezes s\u00e3o diferentes e as vezes s\u00e3o exatamente iguais, estudando aspectos da patogenia da infec\u00e7\u00e3o\u201d. Definiu isto como o grande gargalo que se tem. \u201cN\u00f3s hoje at\u00e9 costumamos designar as leishmanioses, n\u00e3o falamos mais a leishmaniose. Porque \u00e9 uma variedade grande de esp\u00e9cies de parasitas, com uma variedade grande de apresenta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas\u201d. Ressaltou que muitos dos estudos de imunopatog\u00eanese s\u00e3o feitos em modelo experimental (estudo feito em camundongos). Destacou ainda as dificuldades que a Fiocruz apresenta para trabalho com primatas e c\u00e3es, afirmando que algumas coisas necessitariam desses modelos. \u201cQuando a gente fala em modelo animal, a gente tem um problema muito grande da qualidade dos animais com os quais n\u00f3s trabalhamos. N\u00f3s da Fiocruz (RJ) temos uma dificuldade enorme de ter animais com uma qualidade que nos permita, muitas vezes ter seguran\u00e7a no resultado que est\u00e1 se obtendo. Se estamos falando de qualidade, n\u00f3s temos que ter condi\u00e7\u00f5es para que esse trabalho seja realizado. Tem alguns problemas que geram dificuldades, mas por outro lado, esses estudos dos mecanismos de doen\u00e7a, de infec\u00e7\u00e3o, de cura, de fatores que influenciam prote\u00e7\u00e3o, doen\u00e7a e controle s\u00e3o essenciais para que se possa fazer bons desenhos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Salvatore de Simone (IOC\/Fiocruz) destacou que um dos pontos importante \u00e9 a identifica\u00e7\u00e3o de novas mol\u00e9culas e a intera\u00e7\u00e3o do organismo. Acredita ser um dos pontos que deva ser melhor avaliado. Destacou a necessidade de renova\u00e7\u00e3o das m\u00e1quinas e equipamentos para que se possa estudar melhor essa intera\u00e7\u00e3o. \u201c\u00c9 um processo muito complicado e que muitas vezes temos que solicitar \u00e0 Alemanha&nbsp;um estudo de caso melhor\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Paula De Lucca (IOC\/Fiocruz) frisou a aus\u00eancia dos pesquisadores do INI que trabalham com animais infectados. Falou sobre a import\u00e2ncia de fazer um ensaio cl\u00ednico em campo, de teste de droga, de ensaio de vacina, mas que para isso, precisaria ter um canil na Fiocruz.<\/p>\n\n\n\n<p>Afirmou que seria bom investir num modelo para este tipo de an\u00e1lise de tratamento. \u201cPara analisar o Milteforan e ver o que vai acontecer, \u00e9 preciso estar com um neg\u00f3cio muito bem esquematizado para que as coisas andem da forma ideal\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Alda da Cruz (IOC\/Fiocruz) sugeriu que na pr\u00f3xima reuni\u00e3o se apresentassem quest\u00f5es mais objetivas para discuss\u00e3o. Destacou a leishmaniose como um grave problema de sa\u00fade p\u00fablica no Brasil, acreditando ter condi\u00e7\u00f5es para uma boa resposta, desde que se definam melhor as perguntas.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"yui_3_17_2_2_1621961714020_145\">Wim Degrave aproveitou para esclarecer que os recursos est\u00e3o escassos, o que dificultou a vinda de v\u00e1rios pesquisadores com expertise na \u00e1rea para o evento. Ainda assim, considerou importante dar o kickoff na Rede para que o grupo se preparasse melhor para 2017.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"yui_3_17_2_2_1621961714020_144\">Neste primeiro momento, ficaram acordados como animadores para essa \u00e1rea espec\u00edfica: F\u00e1tima Silva (IOC\/Fiocruz, Salvatore de Simone (IOC\/Fiocruz), Paula De Lucca (IOC\/Fiocruz).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Flavia Rianelli (VPPCB) A Vice-Presid\u00eancia de Pesquisa e Laborat\u00f3rios de Refer\u00eancia &#8211; VPPLR\/Fiocruz promoveu, no dia 7 de dezembro, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":67,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[17],"tags":[],"class_list":["post-50","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ppt.fiocruz.br\/fioleish\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/50","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ppt.fiocruz.br\/fioleish\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ppt.fiocruz.br\/fioleish\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ppt.fiocruz.br\/fioleish\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ppt.fiocruz.br\/fioleish\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=50"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/ppt.fiocruz.br\/fioleish\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/50\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ppt.fiocruz.br\/fioleish\/wp-json\/wp\/v2\/media\/67"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ppt.fiocruz.br\/fioleish\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=50"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ppt.fiocruz.br\/fioleish\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=50"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ppt.fiocruz.br\/fioleish\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=50"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}